segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Brasil x México

Leandro Damião, Oscar, Marcelo e outros, tentam fazer o que a geração de Bebeto, Romário e Dunga não conseguiram.

A medalha também serviria para que o trabalho de Mano Menezes tivesse um maior fôlego, pois uma nova derrota agravaria a sua permanência no cargo, mesmo a CBF dando todo o respaldo possível.
Para os jogadores, além de fazer história trazendo o ouro, a taça também pode significar uma maior chance de estar no grupo que participará da Copa do Mundo do Brasil de 2014, que já está sendo montado por Mano Menezes.
O treinador  preferiu adotar o mistério e não divulgou qual o time que vai a campo contra o México neste sábado. Porém, não deve ocorrer mudanças com relação ao time que venceu a Coreia do Sul, na semifinal.

Contra o México, o retrospecto é favorável a seleção canarinho, que conta com 20 vitórias, seis empates e nove derrotas. Mas como números não ganham jogos, e o México venceu bem o Brasil em amistoso recente por 2 a 0, todo cuidado é pouco.
No lado mexicano, a primeira decisão da seleção terá o desfalque de Giovani dos Santos, que sofreu lesão muscular e deve ceder lugar a Fabián.


 






Comentário: A seleção brasileira tenta lutar com todas as suas forças para vencer a temida seleção do México que vem fazendo uma grande campanha nesta edição olímpica de Londres. Vai Brasil!


Postado por: Diego Maciel

Jogos do Rio 2016 começam a ganhar forma na Cerimônia de Encerramento de Londres 2012



Faltam 1.452 dias para o Rio de Janeiro ter a honra de sediar a 31ª edição dos Jogos Olímpicos, a primeira a ser realizada na América do Sul, mas a capital carioca começou a respirar os ares do evento neste domingo (12), data em que se encerraram as Olimpíadas de Londres.
Até o dia 5 de agosto de 2016 muito há a ser feito na Cidade Maravilhosa, mas o povo britânico já sentiu o gostinho do que o mundo todo assistirá nos minutos finais da Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas de Londres 2012, realizada no estádio olímpico.
Assim que Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, recebeu a bandeira com os anéis olímpicos do prefeito de Londres, luzes coloriram a cobertura do estádio Olímpico nas cores verde e amarela, enquanto a bandeira brasileira era hasteada e o hino do País, executado.


COMENTÁRIO:

Todos nós Brasileiros, esperamos que o Brasil se dê bem nas Olimpíadas de 2016.
Os estádios estão sendo totalmente reformados para receber vários atletas, inclusive brasileiros.
Vamos lá Brasil, trazer vários ouros para todos nós!!!
Bolt afirma que virá para o Rio em 2016

O jamaicano Usain Bolt afastou  qualquer boato sobre aposentadoria e afirmou que pretende estar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

"Sim, definitivamente, eu estarei, enquanto eu estiver pronto e em forma", disse Bolt durante entrevista em evento promocional em Lausanne, na Suíça.

Porém, o velocista pode desembarcar no Brasil para disputa de outras provas. O bicampeão olímpico nos 100 m e 200 m rasos revelou que estuda uma mudança para os 400 m ou para o salto em distância.

"Eu tenho diferentes metas, tem muitas coisas que eu posso fazer no esporte. Meu treinador me queria nos 400 m, mas eu quero tentar o salto em distância", comentou.

Caso opte pela mudança para o salto em distância, Bolt poderia repetir a trajetória vitoriosa de Carl Lewis, que ganhou quatro medalhas de ouro na modalidade depois de deixar as provas de velocidade. "Eu poderia sempre tentar os recordes novamente, mas existem coisas diferentes". 
  

Comentário: Os Jogos Olímpicos de 2016 já têm ao menos uma lenda do esporte garantida. Após especulações sobre uma possível retirada das pistas de atletismo, o jamaicano Usain Bolt confirmou  que participará da competição no Rio de Janeiro.


Postado: Natália Fernanda Gomes Silva

































































segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Sarah Menezes, a primeira judoca brasileira a ganhar uma medalha de ouro, se emocionou ao lembrar do duro caminho até Londres e agradeceu ao seu técnico.



Quando saiu do Brasil rumo a Londres, a pequena Sarah Menezes carregava expectativas desproporcionais para seu tamanho. Lutadora mais leve da seleção de judô, a peso-ligeiro, de apenas 1,52m e 48kg, era a grande esperança de primeira final olímpica do Brasil entre mulheres na história da modalidade. A piauiense de 22 anos, porém, foi além: com a vitória neste sábado sobre a romena Alina Dumitru, campeã dos Jogos de Pequim 2008, Sarah entrou para a história como a primeira mulher brasileira a ganhar uma medalha de ouro no judô nas Olimpíadas. A grandeza da conquista pode ser medida também na comparação com outras modalidades. Até este sábado, só uma mulher brasileira havia conseguido o ouro em prova individual na história das Olimpíadas: Maurren Maggi, no salto em distância, em Pequim 2008.
Os olhos, pequenos, pareciam fuzilar. Sequer se importava com os cabelos, despenteados, teimando em cair no rosto. Dos treinos com meninos, na infância, ao inédito ouro feminino, precisou de duas Olimpíadas. Sarah, princesa do Piauí, fez o Hino Nacional tocar pela primeira vez em Londres.
Ali, no tatame, ela parece a Sarah que, menina, por vezes ia treinar escondido, que não imaginava correr o mundo atrás de medalhas. Que treinava com garotos porque queria ser a melhor. Agora, é a melhor.
Sarah gosta de arrumação, mas tudo muda naquele quadrado. Ao pisar no piso amarelo, não se preocupa com os cabelos, com nada. Olha as adversárias e vê apenas pontos: onde segurar, como encaixar cada golpe. E foi assim, com estratégia, que traçou a caminha até o ouro. Não venceu nenhuma das lutas por ippon.







Comentario: A judoca Sarah Menezas com seu esforço e muito talento conquistou sua medalha de ouro em cima da romena Alina Dumitru. Parabéns Sarah, você mostrou ser uma mulher guerreira e honrou o Brasil e o resultado foi o esperado!

Postado por: Natalia Fernanda Gomes Silva

Sonho Brasileiro termina após derrota para a Rússia




Comentário:

Após ter ganhado os 2 primeiros sets, 25 a 19 e 25 a 20 , a Rússia vira o jogo para 3 sets a 2 e acaba com o sonho do volei Brasileiro de conquistar mais um ouro para o Brasil.

O que faz uma grande Olimpíada?


Os Jogos de Sydney-2000 foram marcados por um erro da organização que beira o absurdo. Nas competições de ginástica artística, uma sequência de quedas de atletas no salto sobre a mesa causou estranhamento. Foi apenas no meio da competição que se descobriu o motivo da quantidade incomum de falhas: o aparelho havia sido posicionado 5 centímetros abaixo da altura oficial. As atletas tiveram a chance de repetir o salto, mas para algumas o prejuízo físico ou psicológico já estava consumado.
Você, leitor, lembrava-se desse episódio? Pois eu confesso que havia me esquecido completamente, até assistir há alguns dias a um programa da BBC. Foi um grave descuido que poderia e deveria ter sido evitado, mas é natural que erros aconteçam em um evento tão complexo de se organizar como os Jogos Olímpicos. A lembrança que fica na memória é que Sydney organizou uma das melhores edições de todos os tempos.
Londres-2012 passa a ser uma excelente concorrente entre as cidades-sede mais bem-sucedidas. Também houve erros da organização – como a troca da bandeira da Coreia do Norte pela Coreia do Sul, ou os assentos vazios em grande parte dos locais de competições. Mas no geral, a Olimpíada foi praticamente impecável. Os turistas se sentiram bem recebidos, o transporte público funcionou bem, as arenas ofereceram conforto mesmo sendo em boa parte temporárias. E para completar, os atletas da Grã-Bretanha tiveram uma performance fantástica, ajudando a elevar o apoio popular.
Realizar uma boa Olimpíada logo após Londres não será uma tarefa fácil para o Rio de Janeiro. A posição do Brasil no quadro de medalhas será modesta como sempre – mas isso é de certa forma esperado, e não deverá afetar o ânimo da torcida da casa e a percepção do público internacional. As instalações olímpicas também não serão problema, uma vez que provavelmente terão o mesmo nível das de Londres. Erros de organização, como os de Sidney e Londres poderão acontecer, mas não será isso o que ficará na lembrança das pessoas.
Uma grande Olimpíada também é feita de atletas, estádios, recordes, conquistas e momentos de superação. Mas para mim o que faz mesmo uma grande Olimpíada é uma grande cidade, um lugar prazeroso de se viver e visitar. É o que Barcelona, Sidney e Londres têm em comum, e que o Rio de Janeiro provavelmente não alcançará em quatro anos. A festa da torcida brasileira será inigualável, mas a maior e mais duradoura alegria seria ver o Rio de Janeiro usar a Olimpíada como o marco de transformações mais profundas, que a façam merecer de verdade a alcunha de cidade maravilhosa.


COMENTÁRIO:

Será que a cidade do Rio de Janeiro está realmente preparada para um evento da magnitude das Olimpíadas?
Com o histórico que o Brasil carrega no que diz respeito à falta de compromisso em investimentos básicos de infra-estrutura, teremos que aguardar quatro anos para obtermos essa resposta.


Postado por: Giovanna Araújo

Desafios Rio 2016


Maria Silvia Bastos: ‘É impossível não ter desafios, não incomodar’

Presidente da empresa olímpica municipal espera que o Rio saia das olimpíadas com mais força econômica


Entrevista com Maria Silvia, presidente da Empresa Olímpica Municipal Foto: O Globo / Marcelo Piu


Há um ano à frente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), onde trabalha nas negociações e no gerenciamento das obras vinculadas aos Jogos Olímpicos Rio 2016, a economista Maria Silvia Bastos Marques é pura ansiedade. Por suas mãos circulam planilhas de custos, plantas, croquis, pareceres e documentos de 235 projetos e subprojetos das Olimpíadas. A quatro anos dos Jogos, Maria Silvia diz que a preparação da cidade irá mexer com a rotina da população, mas para melhor. Ela espera que o Rio saia da experiência olímpica com mais autoestima e força econômica, sobretudo no turismo de negócios e lazer. Cobra, pórém, mais empenho do carioca no trato com o bem público.
Faltam quatro anos. Quais os principais desafios que a cidade terá que superar na organização do evento?
Nas palavras do prefeito (Eduardo Paes), todos. E ele tem razão. Esse é um trabalho conjunto: governos federal, estadual e municipal e comitê organizador. Mas são muitos os desafios. Todos os dias surgem questões. É natural que surjam. Meu lema é: “Se não incomodar, não está mudando”. Numa cidade como o Rio, onde moram seis milhões de pessoas, e que está sofrendo intervenções na cidade inteira, é impossível não ter desafios, não incomodar as pessoas. Em Londres foi diferente. O londrino não foi afetado no seu dia a dia (na preparação das Olimpíadas). Está sendo afetado agora, durante os Jogos. Mas as intervenções foram principalmente na região leste, onde foi erguido o parque olímpico.

As obras do Parque Olímpico já começaram?
De início, estamos fazendo as demolições e o começo das obras de infraestrutura. O cronograma de infraestrurura vai até o segundo trimestre do ano que vem. As instalações só começam a ser construídas no segundo semestre de 2013.

E as obras de instalações olímpicas que são de responsabilidade da PPP, já estão sendo executadas?
O consórcio está fazendo os projetos básicos e executivos. Para as pessoas começarem a ver as obras, só no ano que vem. O consórcio ficará responsável por toda a infraestrutura do Parque Olímpico, da Vila dos Atletas e do Parque Carioca (condomínio para onde vão os moradores da Vila Autódromo), por erguer os três halls do Centro Olímpico de Treinamento, um hotel de 400 quartos, pelo centro principal de mídia (MPC). O MPC será transformado depois num prédio de escritórios.

Você tem dito que, dos equipamentos olímpicos, o que tem sido mais difícil de negociar é o IBC. Por quê?
Porque ele é um prédio estranho. Quem viu o de Londres sabe. É muito pesado, com custo de construção alto, porque precisa suportar uma tonelagem muito grande de equipamentos. Tem caminhões que acessam, elevadores de cinco toneladas. Ele receberá os estúdios de televisão. É um prédio sem janelas, todo fechado. Uma caixa retangular imensa, de 70 mil metros quadrados. Queremos achar um uso para ele antes ainda dos Jogos. Ainda não temos isso. Ele pode virar uma série de coisas. A questão é o custo de adaptação posterior, que não é pequeno. Ele é um grande vão feito para ser usado pelas televisões num grande evento. Em Londres eles não têm ideia do que vão fazer com o deles. Chamam de “this is our problem building”. Não temos o custo dele ainda. Falar antes disso é leviano.

As obras do Parque Carioca já começaram? Quando se daria a remoção da Vila Autódromo?
Já estão fazendo as sondagens (no terreno) para começar as obras de infraestrutura. Não temos uma data da remoção. Mas não acontece antes de um ano ou um ano e meio. Enquanto não tivermos as casinhas prontas, bonitas e arrumadinhas, tudo certinho, não se fala nisso. Talvez até o fim do ano já tenhamos uma ideia (da remoção).

A esmagadora maioria das obras vinculadas ou não às olimpíadas tem prazo de conclusão previsto para dezembro de 2015. É uma data cabalística. Como deverá estar o Rio nessa época?
Lindo e maravilhoso! (risos) Eu sou uma pessoa ansiosa. Mas nunca fiquei tão ansiosa na minha vida. Deus me livre! É tão espetacular o que estamos vivendo no Rio... O Rio estava tão degradado por tanto tempo, esperamos por tanto tempo esses investimentos, não só os das Olimpíadas, mas os habitacionais. (Para acabar com o que) Nos envergonha há décadas, de pessoas morando em áreas de risco. Eu, como carioca, vim para esse projeto por causa disso. Para ter oportunidade de participar dessa transformação. Mas não depende só da prefeitura e dos governos. Depende das pessoas. Precisa mudar a atitude do carioca em relação a sua cidade. Não adianta tirar os recursos dos impostos que pagamos para fazer a renovação se as pessoas continuam maltratando a cidade. Quando viajamos, não vemos gari varrendo as ruas das grandes cidades. O lixo é recolhido de noite. E as cidades são limpas porque as pessoas não jogam lixo no chão. Aqui a gente passa na orla de Ipanema e Leblon às cinco da tarde de domingo e dá vontade de chorar, porque é uma imundície. As mesmas pessoas que jogam lixo na rua aqui não jogam na Disney ou em Paris.

Até lá, o carioca não vai ter um refresco? As intervenções não vão ficando prontas gradativamente?
Sim. O Transcarioca e o entorno do Maracanã ficam prontos para a Copa do Mundo. Como esses eventos todos terão quer ter testes, tanto de equipamentos como de esquemas de trânsito, a cidade vai se acostumar a lidar com isso.

Como o Rio deverá estar em 2017, depois dos Jogos?
Gostaria que a gente fosse uma cidade com autoestima muito grande, que profissionalizasse seus serviços. A gente tem potencial para ser uma cidade moderna, a número 1 do Brasil em turismo de negócios e lazer, com uma infraestrutura totalmente capacitada. Eu não tenho a menor dúvida de que vamos fazer ótimas Olimpíadas. Sabemos fazer e estamos apoiados pela estrutura de uma institutição: o Comitê Olímpico Internacional está fazendo uma transferência enorme de conhecimento. Mas temos que transformar nossa cidade para ter um Rio diferente em 2017. Com a rede municipal ensinando inglês, com os jovens mais capacitados; sendo uma cidade com visibilidade internacional maior, tendo um turismo qualificado. Barcelona aumentou o número de turistas internacionais de dois milhões para sete milhões anuais, 20 anos depois. O Brasil recebe pouco mais de cinco milhões de turistas internacionais ao ano. Turismo é a indústria que mais emprega no mundo. Quando falamos de turismo, falamos uma indústria intensiva de pessoas. Precisamos capacitar as pessoas.



Comentário:
De acordo com a economista Maria Silvia Bastos Marques, o Rio, embora tenha bastante potencial, enfrentará grandes desafios para que as Olimpíadas de 2016 sejam um evento de sucesso. Tempo e dinheiro são dois dos principais fatores desse desafio. Além disso, a postura do povo carioca em relação às obras e ao bem público em geral preocupam a especialista. Muito além da infra-estrutura, a receptividade do povo brasileiro será um dos fatores decisivos para o sucesso do evento em 2016.


Postado por: Carolina Sotto Mayor Barreto
Michael Phelps, o Maior medalhista olímpico!

Michael Phelps encerrou sua brilhante carreira, com mais uma medalha de ouro. O supercampeão ajudou a equipe norte-americana a conquistar o primeiro lugar no revezamento 4x100 metros medley no Centro Aquático de Londres. 
Phelps chegou a sua 18º medalha de ouro em olimpíadas, a quarta somente em Londres - foram duas pratas, totalizando seis pódios em sete provas disputadas. No total, o americano acumulou 22 medalhas em três edições dos Jogos.
Com as conquistas em solo britânico, o nadador de 27 anos superou com folga o recorde de medalhas que pertencia à ginasta russa Larisa Latynina. Era a única marca histórica que faltava ao americano, recordista de ouros, no total e uma única edição (oito em Pequim/2008). Os números em Londres consolidaram Phelps como o maior vencedo.
No sábado, ele fez a diferença ao ser o terceiro americano a cair na água. Antes dele, os Estados Unidos abriram na frente, com Matthew Grevers no costas. Na sequência, Brendan Hansen perdeu a ponta para o japonês Kosuke Kitajima. Phelps, então, tratou de colocar os americanos na frente, ao retomar a liderança, no borboleta. 
Campeão nos 100 metros livre, Nathan Adrian ampliou a vantagem no último trecho e garantiu a vitória, em 3min29s35. Os japoneses levaram a medalha de prata, com 3min31s26, seguidos de perto pelos australianos, com 3min31s58.
Bem que o alto-falante do Parque Aquático de Londres anunciou depois da prova do revezamento 4x100 metros livre: “Agora você é uma lenda completa”. Sim, o norte-americano Michael Phelps está marcado para sempre na história dos Jogos Olímpicos. Após a vitória dos Estados Unidos, nesta terça-feira, o nadador bateu o recorde de medalhas olímpicas da carreira, com 19.
E a alegria de Michael veio logo depois de uma grande frustração. Antes do revezamento, o norte-americano havia deixado escapar a chance de subir no lugar mais alto do pódio nos 200 metros borboleta, prova que é sua especialidade, e teve que se contentar com a prata, algo que não o deixou nem um pouco feliz. Mas a quebra do recorde se encarregou de levar embora qualquer desapontamento.














Comentario: Sem dúvida, Michael Phelps é o melhor atleta olímpico de todos os tempos.
Consegue bater recordes com uma facilidade impressionante! 



Postado por: Diego Braz Maciel

segunda-feira, 13 de agosto de 2012


É A VEZ DO RIO! 

Cidade recebe a Bandeira Olímpica de Londres e convida o mundo para 2016

Cidade Maravilhosa recebe a primeira edição dos Jogos Olímpicos na América do Sul daqui a quatro anos.

É a vez do Rio! A Cidade Maravilhosa recebeu neste domingo, de braços abertos, a Bandeira Olímpica, durante a Cerimônia de Encerramento de Londres 2012, e é oficialmente a cidade olímpica. Pelos próximos quatro anos, todo o planeta acompanhará dia após dia o trabalho do Brasil rumo a 2016, um momento histórico que culminará com a primeira edição dos Jogos Olímpicos na América do Sul.
Foram oito minutos de um grande abraço coletivo no Estádio Olímpico de Londres. A diversidade da cultura brasileira foi representada pelos músicos Seu Jorge e Marisa Monte; o rapper BNegão; o gari passista símbolo do carnaval do Rio de Janeiro, Renato Sorriso; e a modelo internacional Alessandra Ambrósio.


Foram selecionados 225 dançarinos voluntários residentes na Europa, sendo 31 brasileiros de diversas cidades do país, vestidos de figurinos assinados pelo estilista e artista plástico Jum Nakao. As peças foram produzidas em cidades ícones da moda mundial como Roma, Milão, Londres e Rio de Janeiro.

Dividida em quatro pilares, a Cerimônia abordou a felicidade do povo, a diversidade cultural e a energia contagiante do brasileiro. Para finalizar, o convite: que todas as nações estejam juntas, celebrando o Movimento Olímpico na Cidade Maravilhosa daqui a quatro anos.
Sejam bem-vindos!

COMENTÁRIO:

Depois de tanta festa e comemoração, nós brasileiros não podemos esquecer que receber os Jogos Olímpicos em 2016 terá um custo bastante elevado. Os projetos do Governo são estimados em R$ 25,9 bilhões, cifra sem precedentes na história do esporte nacional. Será que tanto investimento terá retorno ou será que a vinda das Olimpíadas ao Brasil se tornará um motivo de lágrimas ao invés de alegria?


Postado por Carolina Sotto 

domingo, 12 de agosto de 2012


Bolt ganha o 3º ouro em Londres e bate recorde mundial



Usain Bolt conquistou a terceira medalha de ouro em Londres-2012, neste sábado, penúltimo dia de Jogos Olímpicos. Após se consagrar com as medalhas de ouro nos 100me nos 200m de atletismo em Pequim-2008 e Londres-2012, a 'lenda' fechou o revezamento 4x100m da Jamaica na conquista de outro título. Os jamaicanos estabeleceram o novo recorde mundial da prova.
Nesta Carter, Michael Frater, Yohan Blake e Usain Bolt completaram o trajeto em 36s84 - o antigo recorde, de 37s04, também pertencia aos jamaicanos. A medalha de prata ficou com o time dos Estados Unidos, que chegou a fazer frente à Jamaica até o astro caribenho entrar em ação, com justamente 37s04.
Já a medalha de bronze iria para o Canadá, que acabou desclassificado. Dessa forma, a equipe de Trinidad e Tobago, com 38s12, garantiu-se no lugar mais baixo do pódio das Olimpíadas. O time do Brasil não conseguiu avançar à final. Na eliminatória, os brasileiros completaram a prova em 38s35, melhor marca do quarteto na temporada, acabando na décima colocação.
Depois da decisão, Usain Bolt ainda tentou levar uma recordação de Londres para a Jamaica. Um árbitro, contudo, frustrou a estrela do atletismo mundial e impediu que o bastão do revezamento virasse um souvenir - ouvindo as vaias do público presente.

Comentario: Usain Bolt é mesmo um fenômeno no atletismo mundial. Tem um carisma enorme com seus fãs e torcedores. Merece tudo de melhor!

Postagem: Diego Braz Maciel


Vôlei Feminino- Medalha de ouro para o Brasil



Comentário:

Parabéns a seleção de vôlei que honrou o Brasil, e trouxe o mérito de ouro nas Olímpiadas de Londres 2012.

ATUAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA NAS OLÍMPIADAS DE LONDRES 2012

    O fraco e trágico desempenho do Brasil nas Olímpiadas de londres, não vem agradando em nada aos brasileiros. Com apenas o vigésimo sexto lugar no quadro oficial da competição e nada mais que onze medalhas, o desempenho do Brasil, leva os brasileiros a questionarem os investimentos do governo nos esportes.
   Caso existam são muito mal aproveitados e se não existem, deveriam existir ao menos para poupar toda uma população da vergonha de ter um dos maiores países do globo terrestre, como um dos intermediários na tabela da mais importante competição esportiva do planeta.
    Outro questionamento que começa surgir como assunto pelas ruas do país é o possível fraco desempenho da seleção brasileira na copa de 2014. Alguns, mais experientes afirmam que o vexame é certo e o fiasco total.
   Caso concretizadas as profecias do fiasco na copa de 2014, somente ai a população sentirá o impacto dos milhões destinados a obras da copa como a construção do estádio do Corinthians, que será feito com dinheiro público.
   Até lá resta a milhões de brasileiros sonhar, afinal sonhar ainda não custa nada.



COMENTARIO:

Do que adianta investirmos em campos e profissionais de alta performance, se no final o resultado não é o esperado!?

A pequena e relevante evolução do esporte olímpico no Brasil


O Brasil demorou a entender que uma gestão eficiente, com investimentos constantes são importantíssimos para que o país se torne um expoente olímpico. Com a Olimpíada do Rio se aproximando, o Brasil sente a necessidade de fazer investimentos mais relevantes. Tendo em vista que a formação dos atletas não acontece somente com dinheiro, a preocupação não se dirige somente à parte financeira, mas também com tempo e infra-estrutura para a base da formação. Sem a intenção de ser pessimista, queremos levantar alguns pontos fracos ainda existentes na organização, pois as Olimpíadas à serem realizadas no Brasil deve servir como ponto de partida para uma cultura do esporte no país. Vejo que apesar de tardia, é valida a intenção de investir fortemente não só nos atletas de “ponta”, mas também nos atletas da base,  o que já vem sendo feito pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Culturalmente temos pouco vínculo com os esportes, não somos movidos pelo espírito da competitividade, pois ainda não vemos o esporte como alternativa de fazer com que tenhamos educação ou cultura, como acontece em vários países, por exemplo nos Estados Unidos. Ainda vemos o esporte como forma de ascensão social, o que faz de um país com as dimensões do nosso retardar em seu desenvolvimento, em áreas como distribuição de renda e desenvolvimento humano.



COMENTÁRIO:

Pois é pessoal, está aí um assunto para refletirmos e levantarmos os pontos positivos e o que ainda temos que melhorar para que o Brasil se torne uma potência olímpica.

Postado por: Giovanna Araújo