quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Em comunicado, Dilma parabeniza os atletas olímpicos brasileiros

Presidente ressaltou o exemplo destes medalhistas para as novas gerações



Presidente visitou instalações brasileiras nos Jogos.


Após ter mostrado que sabe tudo de esporte e ter ligado para parabenizar o técnico José Roberto Guimarães pela conquista do ouro no vôlei feminino, a presidente Dilma Rousseff, com o encerramento dos Jogos Olímpicos, por meio da Secretaria de Comunicação Social, enviou um comunicado à imprensa no qual felicita os atletas que participaram da competição.
Dilma visita centro de treinamento e almoça com atletas em Londres
Vitória da superação leva presidente Dilma a telefonar para Zé Roberto; mas ligação caiu
Na nota ela saúda principalmente, os esportistas que trouxeram o ouro para o Brasil, caso do vôlei feminino, de Sarah Menezes no judô e de Arthur Zanetti, da ginástica olímpica:
- Reitero minha saudação especial, pelas conquistas de suas medalhas de ouro, à equipe feminina de vôlei, à Sarah Menezes e ao Arthur Zanetti, com suas vitórias inéditas para o Judô e para a Ginástica Olímpica brasileiros.

Comentário:Nada como o incentivo da Presidente Dilma Rousseff.


Postado por:Natália Fernanda Gomes Silva

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

História da Natação

Natação História da natação, modalidades olímpicas, benefícios para a saúde, estilos, piscina, esporte aquático
natação - esporte aquático Natação: esporte, recreação e benefícios para a saúde


História da Natação 
A natação é uma atividade física praticada na água. Na Grécia Antiga, esta atividade já era praticada por ser benéfica ao corpo humano. Este esporte já fazia parte das Olimpíadas na Grécia Antiga. No século XIX, os ingleses criaram as primeiras regras para a prática da natação enquanto esporte competitivo. Ainda no século XIX, as primeiras competições foram organizadas na Inglaterra.
Estilos

Levando em consideração o posicionamento do tórax e o movimento de pernas e braços, são definidos quatro estilos de natação: crawl (nado livre), borboleta, peito e costas. Nas competições de nado medley, os nadadores devem nadar os quatro estilos na seguinte ordem: borboleta, costas, peito e crawl.

Piscina

Uma piscina oficial para a prática da natação deve medir 30 metros de comprimento por 22,5 centímetros de largura. De profundidade, a piscina deve ter 1,35 metros ou mais. Nas competições, a temperatura da água deve estar entre 25° e 28° C.  A piscina deve ter oito raias (cada uma deve ser ocupada por apenas um nadador) com 2,5 metros de largura cada uma.

Benefícios para a saúde 

A natação é considerada um dos esportes mais saudáveis, pois trabalha com diversos grupos musculares e articulações do corpo. Há também o benefício desta prática desenvolver o sistema cardíaco e respiratório. Como qualquer atividade esportiva, antes de praticar, o indivíduo deve procurar orientação de um profissional da área e passar por testes de avaliação médica.

Modalidades Olímpicas de Natação 

- 50 metros Crawl (nado livre)
- 100 metros Crawl (nado livre)
- 200 metros Crawl (nado livre)
- 400 metros Crawl (nado livre)
- 800 metros Crawl (nado livre) * somente feminino
- 1500 metros Crawl (nado livre) *somente masculino
- 100 metros costas
- 200 metros costas
- 100 metros peito
- 200 metros peito
- 100 metros borboleta
- 200 metros borboleta
- 200 metros medley
- 400 metros medley
- Revezamentos 4 x 100 metros livres
- Revezamentos 4 x 200 metros livres
- Revezamentos 4 x 100 metros estilos
Principais competições

- Em julho e agosto de 2012, tivemos as competições de natação nas Olimpíadas de Londres. O grande destaque foi o nadador norte-americano Michael Phelps, que conquistou 6 medalhas (4 de ouro e 2 de prata). Os Estados Unidos foram o destaque no evento com 31 medalhas conquistadas (16 de ouro, 9 de prata e 6 de bronze). 
- Entre 16 e 31 de julho de 2011, ocorreu o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos em Xangai (China). O país que obteve mais medalhas de ouro foram os Estados Unidos (17 medalhas). Nesta competição, o Brasil conquistou 4 medalhas de ouros, ficando em 4º lugar na classificação geral.
- Os resultados obtidos pelos nadadores brasileiros nas Olimpíadas de Londres 2012 foram piores do que em 2008. Em 2012, ganhamos apenas 2 medalhas. Uma de prata com Thiago Pereira (nos 400 m medley) e uma de bronze com Cesar Cielo (50 m livre).

Curiosidades:
- As competições internacionais de natação são organizadas pela Fina (Federation Internationale de Natation), criada em 1908.
- No Brasil, quem organiza as competições oficiais é a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
- O recorde olímpico dos 50 metros livres é do brasileiro Cesar Cielo. Ele fez a prova em 21s30 nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008.
- A piscina do Centro Aquático de Londres, palco das provas de Natação das Olimpíadas de Londres 2012, tem 3 metros de profundidade. São dez raias de 2,5 metros de largura. A temperatura da água, durante as provas, será de 26ºC.
- Nas Olimpíadas de Londres 2012, após ganhar seis medalhas, Michael Phelps se tornou o atleta com mais medalhas olímpicas da História. Em três Olimpíadas disputadas foram 22 medalhas conquistadas, sendo 18 de ouro, 2 de prata e 2 de bronze.
- Comemora-se em 8 de abril o Dia da Natação.


COMENTÁRIO: Cada esporte tem a sua história e os seus benefícios. Devemos trazê-los mais para nosso cotidiano, para que possamos chegar mais perto de uma vida mais saudável.

Postado por: Giovanna Araújo

JOGOS OLÍMPICOS DE 2016 NO RIO DE JANEIRO

Na primeira Olimpíada realizada no Brasil e na América do Sul, o Rio de Janeiro será a sede dos Jogos de 5 a 21 de agosto de 2016.  O direito foi conseguido em 2009, quando os cariocas ganharam a eleição do COI (Comitê Olímpico Internacional) no dia 2 de outubro. Chicago (EUA), Madri (Espanha) e Tóquio (Japão) foram derrotados pelo Rio.

Para os Jogos, espera-se quatro grandes áreas na estrutura da sede: Barra, Copacabana, Complexo de Deodoro e Maracanã. Para cada uma delas, um desafio. No caso da região do Maracanã, o COI ressalta a necessidade de uma revitalização da área urbanística.


Comentário:

Tomara que os atletas Brasileiros honrem nossa camisa, e seja destaque nas Olimpíadas de 2012. E que o Brasil seja bem estruturado para que possamos receber mais vezes esses profissionais em nosso país



Postado por: Jéssica Ferreira

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Brasil piora colocação no ciclismo de montanha em Londres 2012

País foi representado apenas por um ciclista nas Olimpíadas.



O Brasil foi a Londres 2012 representado por apenas um atleta no ciclismo de montanha: trata-se de Rubens Donizete, que venceu acirrada seletiva brasileira e preencheu a única vaga dada ao País nas Olimpíadas.
Em seu segundo Jogos Olímpicos, o ciclista não conseguiu repetir sua melhor colocação, conquistada quatro anos antes, em Pequim 2008. Na China, foi o 21º colocado, melhor participação de um brasileiro na história.
Em Londres 2012, chegou perto disso, mas terminou em 24º lugar, com o tempo de 1h34min23. No total, 50 ciclistas competiram.
Experiente, Rubens Donizete já surge como principal esperança de um bom desempenho brasileiro no Rio 2016. Se é difícil projetar o pódio, o ciclista terá condições de tentar ao menos melhorar sua marca e se aproximar dos primeiros colocados, até porque irá competir em circuito conhecido.
O ouro foi para a República Tcheca, com Jaroslav Kulhavy. O tcheco fez o tempo de 1h29min07. A prata foi para o suíço Nino Schurter (1h29min08) e o bronze para o italiano Marco Aurélio Fontana (1h29min32).

Comentário:Desta vez não deu para o Brasil vamos ver na proxima Olimpiadas de 2016.


Postado por:Natália Fernanda Gomes Silva


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Uma área especial com as principais fotos do Cesar Cielo na maior competição de 2012.




Comentário;

Bom saber que o Cesar Cielo é um símbolo Brasileiro importante para as competições olímpicas.
Que o Brasil continue sendo bem visto, quando se tratado no meio dos esportes.

Volei de Praia brasileiro

O vôlei de praia não teve uma final totalmente brasileira em Londres 2012, como sonhavam as duplas Emanuel e Alison e Ricardo e Pedro Cunha. Os dois primeiros conseguiram vencer nas quartas-de-final disputadas nesta segunda-feira, mas Ricardo e Pedro foram derrotados e eliminados do torneio.
Emanuel e Alison derrotaram a dupla polonesa Fijalek e Prudel por 2 sets a 1. Mais tarde, Ricardo e Pedro Cunha foram derrotados pelos alemães Brink e Reckermann por 2 sets a 0.
A dupla brasileira que segue no torneio jogará as semifinais contra o par da Letônia já terça-feira, podendo garantir no mínimo uma prata, em caso de vitória.
No mesmo dia, Juliana e Larissa – as remanescentes do Brasil no torneio feminino – também jogam a semifinal contra as americanas Ross e Kessy.

Match point para poloneses

Emanuel e Alison foram os primeiros a jogar no fim de tarde frio e chuvoso em Horse Guards Parade, uma das mais charmosas arenas montadas para os Jogos Olímpicos. Cercado pelo London Eye, pela torre do Big Ben e pelo parque de Saint James, o estádio de vôlei de praia fica a poucos metros do Palácio de Buckingham e de 10 Downing Street, o escritório do premiê britânico.
A dupla brasileira havia vencido todos os seus jogos na primeira fase e passado com facilidade pela dupla alemã Erdmann e Matysik nas oitavas de final.
Mas as quartas de final mostraram que o caminho brasileiro ao pódio será difícil. Emanuel e Alison venceram o equilibrado primeiro set contra os poloneses Fijalek e Prudel em 20 minutos por 25 a 17, mas perderam o segundo por 21 a 16. O drama maior ocorreu no último set, quando a dupla brasileira precisou salvar um match point, quando o jogo estava 14-13 para os poloneses.
Os europeus não conseguiram encerrar a partida e abriram espaço para a virada dos atuais campeões mundiais, que fecharam o set em 17-15.

Despedida

Ricardo e Pedro Cunha não haviam perdido nenhum set ainda até entrarem na arena para jogar contra alemães Brinck e Reckermann. No entanto, acabaram derrotados por 2 set a 0 e se despediram da competição.
Logo no começo, os alemães largaram na frente, abriram uma vantagem de cinco pontos e não deixaram os brasileiros sequer encostar no placar, fechando o primeiro set em 21-15.
No segundo set, brasileiros e alemães foram evoluindo juntos até 18 a 18. O set foi tenso e cheio de erro dos dois lados. Os alemães tiveram uma oportunidade de fechar o jogo, mas erraram o saque. No entanto, no segundo match point, eles não tiveram dificuldades em devolver o saque brasileiro e fechar o set em 21-19.
Ricardo, que é o jogador mais premiado da história do vôlei de praia, se despede de Londres 2012 sem conseguir subir ao pódio – o que havia feito nas últimas três Olimpíadas, onde obteve um ouro, uma prata e um bronze.
Outra surpresa da rodada foi a eliminação da dupla americana Gibb e Rosenthal pelos letões Plavins e Smedins. A dupla da Letônia vai enfrentar Emanuel e Alison na terça-feira, pelas semifinais.
Agora os Estados Unidos – atuais campeões olímpícos no vôlei de praia masculino – não têm mais nenhuma dupla no torneio, já que Dalhausser e Rogers (ouro em Pequim 2008) foram derrotados nas oitavas.


Comentario: O volei de praia brasileiro até tentou, se esforçou bastante mas nao conseguiu chegar ao ouro olímpico!

Postado por: Diego Braz Maciel

Ioga quer virar esporte olímpico dando nota por movimentos de contorcionismo







Entre as posturas mais difíceis está o escorpião, com os pés na cabeça
Entre as posturas mais difíceis está o escorpião, com os pés na cabeça



Ioga é esporte?
Foi com essa pergunta que a reportagem do UOL Esporte começou a entrevista com a indiana Rajashree Choudhury e a reposta foi direta. “Sim, é um esporte e nosso objetivo é chegar aos Jogos Olímpicos”.
Presidente da Federação Internacional de Ioga (International Yoga Sports Federation) e da Federação de Ioga dos Estados Unidos, ela é responsável por um movimento recente que busca o reconhecimento da ioga dentro do movimento olímpico. O problema é superar o preconceito de leigos e praticantes.

Entenda a ioga como esporte




Foto 7 de 11 - Além das cinco posturas obrigatórias, os atletas devem fazer duas opcionais, em que os jurados observam a dificuldade do movimento e o uso de força e do alongamento adquiridos na iogaFederação Internacional de Ioga
Praticada há mais de 200 anos na Índia, com campeonatos disputados por lá há pelo menos 100 anos, a ioga ganhou o ocidente como uma filosofia zen, não como esporte. Por isso, muitos não conseguem ver como os movimentos de contorcionistas se encaixam em ambientes competitivos.

FILOSOFIA OU ESPORTE?

Yoga USA
Ioga é uma filosofia e conjunto de práticas físicas, psíquicas e ritualísticas, originárias da Índia, que buscam um estado de harmonia e equilíbrio físico e mental, com o fim de obter a iluminação
Definição de ioga do dicionário Aulete
“O que estamos fazendo é mostrar que a ioga pode ser mais do que simplesmente uma prática física. Quando começamos esse trabalho, as pessoas nem mesmo nos recebiam. Chegavam até a rir quando falávamos que estávamos promovendo campeonatos de ioga. Hoje já nos ouvem, aceitam ao menos tentar entender os conceitos da ioga como esporte. É um caminho longo até o reconhecimento”, explica a dirigente.
Nessa caminhada, as entidades engajadas no reconhecimento da ioga promovem eventos para mostrar como ela pode ser competitiva. E os torneios seguem a mesma lógica da ginástica artística: os competidores têm posturas obrigatórias e opcionais para executar e os juízes analisam a execução e a graça dos movimentos.
As poses são complexas, envolvendo flexibilidade, agilidade e força. Os atletas são obrigados a, por exemplo, encostar a cabeça nos joelhos e segurar os dedos dos pés com as mãos e podem, em outras posições, colocar os pés na cabeça ou fazer paradas de mão. Sempre mantendo a respiração tranquila e sem mostrar o esforço muscular.
“A ioga é uma luta para aperfeiçoar o corpo e atingir o equilíbrio. E a medida que você evolui, chegar ao próximo passo é sempre o mais complicado. E como você consegue seguir se aperfeiçoando? Tentando sempre chegar ao seu limite. É uma competição constante com seu próprio corpo. Então, a competitividade sempre esteve presente na ioga. O que estamos fazendo é apenas trazer isso ao público”, explica Rajashree, ela própria uma campeã na Índia.
Como você deve estar prevendo, a luta de Rajashree e da Federação Internacional é longa. Para ser reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional, um esporte precisa ser praticado em mais de 50 países, incluindo a filiação de federações nacionais. Hoje, a Federação Internacional de Ioga tem apenas 14 membros. Na América do Sul, por exemplo, só o Chile tem uma federação nacional filiada.
“Como diz o ditado, às vezes damos um passo para trás para dar dois passos para frente. E esse processo de reconhecimento é justamente assim. É claro que virar um esporte olímpico é um sonho muito distante, mas uma série de modalidades já esteve em nossa posição e hoje é disputada nos Jogos Olímpicos”, lembra Rajashree. “Podemos, pelo menos, ser esporte de exibição em uma edição futura”.


Comentário:
Embora o esporte olímpico mundial esteja em constante desenvolvimento e evolução, as modalidades devem cumprir requisitos para poderem fazer parte da competição. Não obstante seja a ioga uma prática cada vez mais comum na sociedade, cabe ao Comitê Olímpico Internacional decidir se, de fato, trata-se de um esporte. 


Postado por Carolina Sotto Mayor Barreto  

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Brasil se mantém como figurante na história do tênis nas Olimpíadas


Marcelo Melo e Bruno Soares fizeram uma das partidas mais longas contra a dupla Berdych e Stepaneck nos Jogos de Londres.

Com quatro de seus melhores tenistas nos Jogos de Londres, o Brasil foi ‘prejudicado’ pela sorte, que colocou adversários complicados logo nas primeiras rodadas do torneio em Wimbledon e dificultou o avanço dos brasileiros, mantendo a 'sina' de figurante do tênis do País em Olimpíadas.
Apesar de darem sinais de superação, André Sá, Bruno Soares, Marcelo Melo e Thomaz Bellucci foram derrotados por outros tenistas de alto nível e voltaram para casa mais cedo. Mas deixaram uma boa impressão para a torcida.
A trajetória do Brasil em Wimbledon começou com o Thomaz Bellucci, número 39 no ranking da ATP (associação dos tenistas profissionais). Ele enfrentou o sexto melhor do mundo, o francês Jo-Wilfried Tsonga. A previsão de vitória do atleta da França se confirmou, mas o brasileiro teve tempo de deixar sua marca, triunfando no primeiro set.
Contrariando as apostas de favoritismo absoluto de Tsonga, Bellucci venceu o primeiro set por 7-6 (7-5), dando esperança à torcida brasileira. No segundo, no entanto, não conseguiu segurar o bom jogo do gigante francês, que fez 6-4, levando a partida para o tie-break, o qual venceu pelo mesmo placar, eliminando o brasileiro do torneio no consagrado palco de Wimbledon.
A Bellucci restou depositar sua esperança no torneio de duplas, que disputou ao lado de André Sá. Novamente, a sorte não contribuiu com os brasileiros, que pegaram a forte dupla norte-americana, formada pelos irmãos Bob e Mike Bryan.
Outra vez, Bellucci aprontou e surpreendeu. Ao lado de Sá, venceu o segundo set e levou a partida para o tie-break, mas perdeu por 2 a 1 para os irmãos Bryan, acabando com o sonho de conquistar uma medalha olímpica.
Com Bellucci e Sá eliminados, restou a Marcelo Melo e Bruno Soares representarem o Brasil na outra chave das duplas em Wimbledon. Eles toparam com os também norte-americanos John Isner (11º do ranking da ATP) e Andy Roddick (20º) e surpreenderam.
Em dois sets, Melo e Soares passaram com certa facilidade pela favorita dupla americana, vencendo por 2 a 0 (6-2 e 6-4). A zebra brasileira, no entanto, empacou na segunda rodada, quando teve a frente Berdych (7º melhor do mundo) e Stepaneck, da República Tcheca.
A dupla brasileira foi derrotada por 2 a 1, mas não sem antes protagonizar uma das mais longas partidas da história das Olimpíadas e de Wimbledon. Após perder o primeiro set por 6-1, Melo e Soares reagiram e fizeram 6-4 no segundo, levando o jogo para o tie-break.
O último set, aquele que teoricamente seria o mais curto, foi um dos mais longos da história. Em 191 minutos de tie-break duríssimos, os tchecos derrotaram os brasileiros por 24-22, pondo fim a trajetória do tênis do Brasil em Londres.
O desempenho, ruim, diga-se, fica longe do ‘admirável’ melhor feito de um brasileiro na história do tênis em Jogos Olímpicos, que foi uma vaga na semifinal, com Fernando Meligeni, em Atlanta 1996. O fininho não conseguiu avançar para a decisão e perdeu a disputa pelo bronze. Contudo, é cabível acrescentar que nem Gustavo Kuerten, Flavio Saretta ou Jaime Oncins fizeram melhor que Meligeni, tampouco diferente dos atuais tenistas do Brasil em Olimpíadas.

Comentário:  Infelizmente o resutado não foi o esperado mais bola pra frente que as Olimpiadas de 2014 ta chegando e a vitoria tambem.

Postado por: Natália Fernanda Gomes Silva

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Atleta com próteses: Oscar Pistorius tem uma vantagem injusta?


Alguns segundos depois de terminar a primeira semifinal dos Jogos Olímpicos de 400 metros no último domingo, 5, na liderança, James Kirani, de Granada se virou e olhou para o homem que terminou em último. Era o sul-africano Oscar Pistorius, um atleta que fez história ao tornar-se o primeiro com amputação dupla a competir no atletismo nos Jogos Olímpicos.Kirani sorriu e abraçou Pistorius, claramente ele sabia o significado do que Pistorius havia conquistado. Em muitos aspectos, não importa que o tempo de Pistorius, de 46,54 segundos, tenha sido quase dois segundos a mais do que o estabelecido por James Kirani e Chris Brown, das Bahamas, que chegaram, respectivamente, em primeiro e segundo lugar na prova.  Para Pistorius, conhecido como “Blade Runner” por causa de suas próteses de fibra de carbono, chegar até ali já era longe demais: “Toda a experiência é alucinante. Meu objetivo era correr a semifinal. É um sonho tornado realidade”, disse.Não foi a última participação de Pistorius na Olimpíada. Ele voltará à pista na quinta-feira, 9, como parte da equipe sul-africana de revezamento 4×400. Pistorius, 25, tem enfrentado desafios incomuns. Nascido sem fíbulas, ele teve as duas pernas amputadas abaixo do joelho antes de seu primeiro aniversário e lutou durante anos para competir contra atletas sem deficiência. Há quatro anos, ele se classificou para os Jogos de Pequim, mas sua participação foi vetada, pois a organização considerou que suas próteses lhe conferiam uma vantagem injusta. Essa decisão foi derrubada pelo Tribunal Arbitral do Desporto, mas tarde demais para Pistorius competir na China. Parecia que ele perderia também a sua chance de disputar os 400 metros também em Londres, depois de não cumprir o tempo de classificação do Comitê Olímpico sul-africano. Porém, a entidade anunciou um mês antes dos Jogos, que Pistorius era digno de um lugar na equipe e iria correr tanto nos 400 metros, como no revezamento. Dados os resultados anteriores, as expectativas não eram altas, mas Pistorius surpreendeu e conseguiu chegar até as semifinais.Apesar de ser inspirador para muitos, a jornada olímpica de Pistorius gerou polêmica. As opiniões variam sobre a participação do atleta. Alguns acreditam que as próteses lhe dão uma vantagem na competição baseadas no argumento de que Pistorius gasta menos energia do que outros atletas para completar a prova. Para outros, a noção de que um amputado teria uma vantagem sobre os corredores que competem com as pernas naturais é um absurdo. Entre os fatores citados pelos defensores, está a maneira como Pistorius começa a corrida. Na semifinal de domingo, por exemplo, Pistorius iniciou a corrida sem a ajuda dos blocos de partida, que reduzem a resistência do vento. É uma manobra necessária, pois suas próteses não permitem a utilização dos blocos.Pistorius chegou em último lugar, mas quando cruzou a linha de chegada, James, o vencedor da prova, estava esperando por ele. Quase imediatamente, James trocou o número de identificação de suas camisas, o que soou como uma declaração da importância de Pistorius nas pistas do mundo: “Ele é uma inspiração para todos nós. Ele é um cara pé-no-chão e um grande indivíduo. Eu pensei que era um gesto bonito”, explicou James.Apenas alguns segundos depois de terminar a corrida que tinha sonhado durante anos, Pistorius não parecia desapontado. Ele estava radiante. A dúvida que surge é: será que se Oscar Pistorius tivesse ganhado a competição, a receptividade ao atleta seria a mesma e sua vitória seria considerada justa?



Comentario: Pistorius honrou a camisa brasileira de maneira muito bonita!


Postado por: Diego Braz Maciel

Paraolimpíada de 2016 no Rio já é uma realidade

Logotipo dos Jogos Olímpicos Rio 2016A escolha do Rio de Janeiro como sede dos jogos olímpicos de 2016 encheu dirigentes e atletas paraolímpicos de expectativa. Visivelmente emocionado, Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro. Disse que "a vitória é uma conquista muito grande para o movimento paraolímpico. Tenho certeza de que vamos caminhar para uma consolidação nos próximos anos e com um incremento do apoio ao esporte, tanto convencional quanto paraolímpico”.
Nono colocado nas Paraolimpíadas, em Pequim, com 16 medalhas de ouro, o Brasil preparar para contar com a maior e melhor delegação de atletas, com o intuito de brigar para ficar entre os melhoreis, e já sonha em ficar entre os cinco primeiros colocados diante da torcida nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016.

Repercussão
O Nadador Daniel Dias foi o representante do movimento paraolímpico na campanha Rio 2016. E não poderia ter nome de mais peso do que o nadador paulista de 21 anos. Daniel conquistou nove medalhas nas Paraolimpíadas de Pequim, sendo quatro de ouro, e recebeu o Prêmio Laureus, de melhor atleta paraolímpico considerado o Oscar do esporte.
- É uma grande honra participar desse momento histórico. Para ser sincero, a atenção que estão dando às Paraolimpíadas na campanha é até maior do que a que imaginava. As pessoas passaram a entender que temos que trabalhar juntos e fico muito feliz por isso.
Maior medalhista da história do esporte paraolímpico do Brasil, com 13 medalhas (seis delas douradas), o nadador Clodoaldo Silva também esbanja otimismo e prevê o País com status de potência. "O planejamento que o Comitê Organizador dos Jogos do Rio de Janeiro fez estava perfeito. Assim como aquelas pessoas que votaram no Brasil, eu sempre acreditei que nós tínhamos condições de sediar uma edição dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. É o maior evento do planeta. Em 2016, o Brasil vai se tornar, de uma vez por todas, uma potência mundial no esporte" previu.
Campeão paraolímpico nos 100m, 200m e 400m rasos nos Jogos de Pequim, Lucas Prado aguarda maiores investimentos na modalidade. "Não poderia estar mais felizes com esta conquista. Agora o Brasil vai começar a investir nos atletas para fazer bonito nos Jogos Paraolímpicos dentro da nossa casa. Vamos ter investimento também na estrutura, com melhores condições de treinamentos para um número maior de atletas. Tenho certeza de que o país não vai decepcionar", concluiu.

Saiba mais sobre o Rio 2016Uma vitória incontestável, com mais de dois terços dois votos sobre a rival Madri, garantiu ao Rio de Janeiro nesta sexta-feira o direito de realizar os primeiros Jogos Olímpicos e Paraolímpicos da história da América do Sul.
A candidatura tem um projeto com gasto total previsto de mais de 28 bilhões de reais, dos quais quase 25 bilhões provenientes dos cofres públicos, para tratar questões como a infraestrutura de transporte, a despoluição da Baía de Guanabara e das lagoas da cidade, e o crescimento da oferta de acomodação - tema citado como preocupação pelos membros do COI.



Comentário:
Ainda que seja um orgulho para o povo brasileiro receber os Jogos Olímpicos e também os Jogos Paraolímpicos, não podemos esquecer dos custos adicionais gerados por esse último. Embora seja importante o incentivo a essa modalidade de esportes no Brasil e no mundo, temos que exigir prudência e responsabilidade dos nossos governantes ao gerenciarem quantias tão grandes do dinheiro público. Caso, contrário, estaremos a frente, mais uma vez, de um caso de corrupção e desvio de verbas, e teremos em nossas mãos toda uma infra-estrutura que será um verdadeiro "elefante branco" em  nossa Cidade Maravilhosa.


Postado por Carolina Sotto Mayor Barreto

Canção-tema do Rio para as Olimpíadas de 2016 reúne cultura carioca em videoclipe

Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Mart'nália, Thalma de Freitas, Diogo Nogueira, Mr Catra e Ed Motta são solistas da músicaO Globo

 
RIO - Os deuses ficaram na roda de samba até clarear. Ficaram de perna bamba de tanto sambar. Essa é uma das cenas míticas-lúdicas evocadas em “Os grandes deuses do Olimpo visitam o Rio de Janeiro”, samba-funk de Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto, que, a partir desta segunda-feira, dia da chegada da bandeira olímpica, se torna a canção-tema da cidade das Olimpíadas de 2016.
— A ideia era ter uma música que pudesse ser um hino informal do Rio. Algo pop, não saudosista — conta Kassin, produtor da canção, que foi escolhida entre cerca de 16 concorrentes (enviadas por nomes que vão de Pedro Luís a Marcos Valle), há cerca de um mês e meio, quando foi dado o pontapé nesse projeto, cuja iniciativa é da Prefeitura.
Em texto para a imprensa, Arlindo Cruz revela que, quando ele e os parceiros começaram a compor a canção, pensaram logo em uma visita imaginária dos deuses gregos ao Olimpo carioca. Afinal, segundo ele, “o Rio tem uma vocação turística enorme, é um lugar que todos querem visitar”.
Kassin conta que os sete solistas da canção foram escolhidos de forma a dar um painel representativo da música carioca: o próprio Arlindo, Zeca Pagodinho, Mart’nália, Thalma de Freitas, Diogo Nogueira, Mr. Catra e Ed Motta. Mais de cem outros artistas compuseram o coro. Já a base contou com a participação de músicos como Lincoln Olivetti (nos teclados e arranjos de metais) e Davi Moraes (guitarra).
— O clima no estúdio foi de celebração, de curtição. O pessoal do Fundo de Quintal colou com o Arlindo e logo começou o pagode — diz Kassin.
Estevão Ciavatta, diretor do clipe da canção (que começou a ser exibido ontem), conta que, logo após ouvi-la, ficou pensando quem seriam os deuses encarnados no Rio.
— Fiz, então, um casting dos deuses — brinca ele, que montou seu Olimpo com Fernanda Montenegro (a Hera que “se encantou com a lua do Arpoador”), Martinho da Vila (o Zeus que “mandou dizer que os Jogos estão pra chegar”), Rodrigo Santoro (Apolo), Carolina Dieckman (Afrodite), Helio de la Peña (Poseidon), Regina Casé (Artemis), entre outras figuras bem conhecidas e com agendas para lá de cheias.
— Mas todo mundo entrou no espírito olímpico e topou participar — festeja Estevão.
 
COMENTÁRIO:

A organização das Olimpíadas de 2016 poderiam escolher a Orquestra Sinfônica de Heliópolis para tocar na abertura do evento. Assisti à uma apresentação deles tocando samba e foi muito legal, super charmoso, sem deixar de lado o ritmo que é a cara do Brasil.

Postado por:  Giovanna Araújo

Quem foram os mascotes das olimpíadas 2012



Wenlock e Mandeville foram os mascotes, respectivamente, dos Jogos Olímpicos e das Paraolimpíadas de 2012. Criados pela agência de publicidade londrina Iris, eles representam duas gotas de aço das fundições de Bolton, cidade de 140000 habitantes que é uma das potências industriais da Inglaterra.
Wenlock homenageia a cidade de Much Wenlock, onde, desde 1850, ocorrem “Jogos Olímpicos” entre os habitantes do município. O evento ajudou a inspirar as Olimpíadas verdadeiras, inauguradas em Atenas-1896. O mascote carregou cinco braceletes coloridos, cada um representando os continentes presentes em Londres-2012, e tem um pódio desenhado na cabeça.
Já Mandeville teve seu nome tirado do hospital Stoke Mandeville, na cidade de Aylesbury. O centro de saúde organizou os primeiros jogos para atletas com deficiências ou amputados. Em 1948, logo após o fim da II Guerra Mundial, o hospital organizou os Jogos para Cadeirantes e Amputados, que inspiraram as Paraolimpíadas. O Stoke Mandeville continua organizando eventos semelhantes até hoje.
O desenho de Wenlock e Mandeville agradou, de modo geral. As crianças foram as mais satisfeitas com os mascotes de Londres-2012, mas, entre os adultos mais velhos, a repercussão não foi tão boa: muitos alegam que as gotas de aço ambulantes lembram Izzy, o contestado mascote das Olimpíadas de 1996, em Atlanta, Estados Unidos


Comentário:

Achei muito interessante os mascotes das ólimpíadas. De modo  geral chamou a atenção do público, o que de modo gral.

Postado por: Jéssica Fernanda Ferreira
 

Remo brasileiro deixa Londres 2012 com suspeita de doping e sem medalha

Exame de Kissya Cataldo acusou positivo para substância EPO.







O Brasil não fez um bom papel no remo em Londres 2012. Nem tanto pelas eliminações dos brasileiros nas quartas de final, mas muito pela acusação de doping de uma das atletas da delegação nos Jogos Olímpicos.Se Fabiana Beltrame e Luana Bartholo (skiff duplo leve) e Anderson Nocetti (skiff) caíram pelo caminho, o caso mais grave foi da acusação de doping de Kissya Cataldo. A atleta acabou sendo retirada da Vila Olímpica dos remadores.O exame da atleta apontou positivo para a substância proibida eritropoietina (EPO), utilizada para aumentar a resistência das atletas. Kissya foi suspensa preventivamente pela Confederação Brasileira de Remo “por ter apresentado resultado analítico adverso em exame pré-competição”. O resultado da contraprova ainda não foi divulgado.


Comentário:È lamentavel ,ficou a sensação de que o Brasil terá que remar daqui a quatro anos em casa.

Postado por:Natália Fernanda Gomes Silva

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Entenda por que as 'Paraolimpíadas' agora se chamam 'Paralimpíadas'

Mudança no nome foi feita em novembro do ano passado.
Ideia foi uniformizar nome usado nos outros países de língua portuguesa.


Atletas paralímpicos do Brasil desfilam na abertura das Paralimpíadas de Londres nesta quarta-feira (Foto: AP)Atletas paralímpicos do Brasil desfilam na abertura das Paralimpíadas de Londres (Foto: AP)
Até sua última edição, em 2008, as Paralimpíadas, jogos esportivos envolvendo pessoas com algum tipo de deficiência, eram chamadas no Brasil de Paraolimpíadas. No entanto, em novembro do ano passado, durante o lançamento da logomarca dos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio, o nome dos jogos perdeu a letra “o” e passou a ser chamado de Paralimpíadas a pedido do Comitê Paralímpico Internacional.
A intenção foi igualar o nome ao uso de todos os outros países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, onde já se usava o termo Paralimpíadas. Além disso, a palavra "olimpíadas" é referente à outra organização esportiva, o Comitê Olímpico Internacional.
A palavra vem do inglês "paralympic", que mistura o início do termo "paraplegic" e com o final de "olympics" para designar o atleta paralímpico.

Comentário:
Independente do nome que recebe, as paralimpíadas são um exemplo de como o ser humano é capaz de superar suas dificuldades. A primeira ediçao dos Jogos Paralímpicos  foi realizada em 1960, em Roma, apenas com atletas cadeirantes. Em Toronto, 1976, atletas de outras áreas de deficiência foram adicionados ao programa: nasceu a ideia de competições internacionais envolvendo diversas áreas de deficiência, modelo que permanece até hoje. No mesmo ano foi realizada a 1ª edição dos Jogos Paraolímpicos de Inverno, na Suécia. Independente das dificuldades a competição se mostra cada vez mais um evento esportivo de alto nível, com atletas extremamente dedicados. Trata-se de um verdadeiro exemplo de vida!

Postado por Carolina Sotto Mayor Barreto

Vôlei feminino do Brasil conquista ouro em Londres

Na tarde deste sábado, 11, na Olimpíada de Londres, as meninas do time brasileiro de vôlei mostraram ao mundo que formam uma das melhores seleções do planeta. As atletas, comandadas pelo técnico José Roberto Guimarães (58), venceram os Estados Unidos, apontado com o mais temido da competição, por 3 sets a 1 – parciais de 11/25, 25/17, 25/20 e 25/17 – e consagraram-se bicampeãs olímpicas consecutivas.
A partida de hoje entre Brasil e EUA foi parecida com a disputa pelo ouro que aconteceu há 4 anos, na Olimpíada de Pequim. Em meio às críticas ao seu desempenho antes e durante o maior torneio esportivo do planeta, a seleção brasileira entrou em quadra determinada, venceu o favoritismo do adversário e garantiu-se no lugar mais alto do pódio.
“No primeiro set fomos tomadas pela ansiedade, aquilo de querer demais, e nada deu certo. Mas depois conseguimos reverter e ganhamos”, disse Sheilla (29) em entrevista logo após a partida. “Esse ouro calou a boca de muitos”.
Zé Guimarães também alcançou uma marca pessoal. Com o ouro do masculino em 1992 e do feminino em 2008 e 2012, ele tornou-se o primeiro técnico brasileiro tricampeão olímpico.
Após o Brasil e os Estados Unidos, subiu ao pódio a equipe do Japão, medalhista de bronze.
Com o 1º lugar do vôlei feminino, o Brasil chega à 27ª posição no quadro geral de medalhas, com dois ouros, três pratas e oito bronzes.



Comentario: Ao contrario do Volei masculino do Brasil, as meninas deram um show nas olimpíadas de londres e troxeram o ouro para o País!

Postado por: Diego Braz Maciel

Jornais estrangeiros veem ‘rivalidade’ entre Rio de Janeiro e Londres



Um dia depois da cerimônia em que o prefeito de Londres, Boris Johnson, passou a bandeira olímpica para o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o jornal britânico Independent e o americano Washington Post publicaram matérias destacando o que veem como uma rivalidade entre Rio e Londres.
De acordo com o Independent, os brasileiros estão olhando para a organização da Olimpíada de Londres com "inveja" e prometem fazer "uma festa melhor" em 2016.
O jornal britânico elogiou a breve apresentação do Rio na cerimônia de encerramento dos Jogos - que contou com Marisa Monte, Seu Jorge, a modelo Alessandra Ambrósio e até uma breve participação de Pelé -, no domingo, dizendo que ela "recriou o entusiasmo contagiante do carnaval do Rio de Janeiro" - mas defendeu que será difícil para o Brasil superar a capital britânica.

Comentário:

Com toda ansiedade eu espero que o Brasil arraze e traga muitas medalhas de ouro. 


Música inédita do Muse foi o tema oficial das Olimpíadas 2012



Comentário:
 Ainda segundo a nota, quem compôs a canção foi Matt Bellamy, e que inclusive se inspirou nos Jogos Olímpicos. “Survival” fala sobre a determinação para vencer, o que remete aos competidores das Olimpíadas. A música foi executada durante todo o evento: na entrada dos atletas nos estádios, na entrega das medalhas e como música-tema para a cobertura internacional.

domingo, 2 de setembro de 2012

O Atletismo ontem e hoje na visão dos brasileiros

Uma análise do panorama do esporte no Brasil e no mundo pelos olhos de dois ex-atletas olímpicos estudiosos do assunto

Atletismo na visão de dois especialistas: profissionalização (Foto: Foto: Getty Images/Ezra Shaw)
Dois dos grandes nomes do atletismo brasileiro, Agberto Guimarães e Robson Caetano tomaram rumos distintos após encerrar a carreira nas pistas. O primeiro, com três edições de Jogos Olímpicos na bagagem (de 1980 a 1988), optou pela administração esportiva. Hoje, é Diretor de Esporte do Comitê Organizador Rio 2016. O segundo, o maior velocista brasileiro da história, número 1 do mundo nos 200m rasos no fim da década de 1980, é formado em educação física e jornalismo, e atualmente é comentarista de atletismo para uma rede de televisão brasileira. Participou de Jogos Olímpicos entre 1984 e 1996.
Convidados pelo Site Oficial Rio 2016 a analisar as mudanças no esporte que os alçou a mitos no Brasil, Agberto e Robson deram as seguintes entrevistas:
Trajetória do esporte nas últimas três décadas
Agberto Guimarães– “Atletismo é um esporte muito difícil de se mudar. Acho que o que mudou muito no mundo inteiro foi o fato de a Federação Internacional de Atletismo ter oficializado o pagamento de prêmio em dinheiro para os atletas. Inclusive pagando em seus campeonatos mundiais prêmio em dinheiro para os primeiro, segundo e terceiro lugares.
Outra coisa que mudou muito, mudou o destino do Atletismo, a cara do Atletismo e o interesse pelo Atletismo foi a criação das Ligas de Diamante, de Ouro, que dão prêmios de até um milhão de dólares no fim da temporada”
Amadorismo e profissionalismo
Robson Caetano– “É muito importante, para qualquer pessoa, fazer o que gosta. Fazer por prazer. Eu gostava de jogar bola. Quando descobri o atletismo, fiquei encantado com o esporte. É um esporte democrático. Entendi que podia chegar mais longe com ele. O que atletas de ponta como os jamaicanos – que dominam as provas de tiro curto - têm é o espírito amador. É a irreverência, o gostar de viver aquilo.
Não é mais amador por conta de o treinamento não ser mais empírico. Com a internet, a informação chega mais fácil. Simplifica para os treinadores aplicarem treinos específicos para cada atleta, com técnicas profissionais.”
Evolução dos recordes
Robson Caetano– “Acredito que há pouco a avançar em termos de material humano, de atleta. O que fará os recordes caírem será o material utilizado na competição. Desde o material esportivo, das roupas mais coladas ao corpo, calçados mais leves, até a composição do material da pista, mais aderente, menos aderente, a qualidade dos blocos de partida, da tábua de salto, enfim, de todos os elementos que complementam a participação do atleta.”
Atletismo brasileiro
Agberto Guimarães– “Quando comecei minha carreira (1975) e competia aqui, o Brasil tinha três pistas sintéticas: uma no Ibirapuera, em São Paulo, uma no Célio de Barros, no Rio de Janeiro, e outra em Brasília. Eram as três únicas pistas. Foi assim por muito tempo. Só em 1979, 1980, foi feita uma pista em Curitiba e São Paulo teve uma segunda pista, que foi o Centro da Prefeitura.
Hoje, você tem pistas de boa qualidade espalhadas por praticamente o país inteiro. Segunda mudança: aquisição de equipamentos esportivos de última geração. Vários locais no Brasil têm, inclusive Belém, que tem uma pista em um estádio de futebol onde se realiza uma etapa do Grand Prix e que tem equipamentos de primeiríssimo nível.
Outra mudança aqui no país é você não precisar sair do país para competir em competições de bom nível de organização. Outra coisa que mudou radicalmente, não só para o atletismo, mas para outros esportes, é o acesso ao patrocínio.
A primeira vez que eu recebi patrocínio no Brasil foi depois de ter sido finalista dos Jogos Olímpicos em 1980, ter sido quarto e quinto lugares. Até então, zero de patrocínio. Eu tinha fora do Brasil, da universidade [nos EUA], de uma marca esportiva que me ajudava, ganhava algum dinheiro nos meetings que eu competia, mas não tinha patrocínio no Brasil. Isso mudou muito.”
Robson Caetano – “Em termos de estrutura, não há dúvida alguma de está muito melhor. Em termos de base para o esporte, de desenvolvimento de novos talentos, ainda deixamos a desejar. É necessário um programa escolar para o atletismo. As peneiras para achar novos talentos precisam acontecer na escola, para que depois estes jovens sejam levados para centros de treinamento de excelência, como os que estão sendo construídos.
Na minha carreira, cheguei a participar do JEB (Jogos Escolares Brasileiros), que hoje são as Olimpíadas Escolares. É o caminho que precisa ser seguido: massificar o esporte nas escolas.”
Transição para a vida de ex-atleta
Robson Caetano– “Quando compete em alto nível, o atleta tende a achar que é invencível, indestrutível, imortal. A marca do atleta ficará para sempre, mas a carreira termina. Ele sai do centro do picadeiro para a plateia. No espetáculo do esporte, ele para de receber e começa a pagar para participar como espectador.
Hoje, ganha-se muito mais do que na minha época. Fui o melhor do mundo na minha prova, conquistei resultados em provas internacionais e muitas vezes nada se ganhava. Hoje, um atleta pode chegar a receber 100 mil dólares em uma competição a nível mundial. A conscientização é necessária, porque o dinheiro não entrará para sempre. Investir o que ganhou, pelo menos em parte, em educação, é essencial, como eu fiz. Fazer cursos, se preparar. É importante lembrar que a vida segue depois das pistas”

COMENTÁRIO:

Aos poucos o Brasil está chegando lá. Com a ajuda do governo e, principalmente da torcida, conseguiremos realizar uma festa olímpica histórica!

Postado por: Giovanna Araújo